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OS AMARELINHOS

 

POR: LUIZ FERRO

Os anos 80 estão em alta. E essa coluna, terá como tema esse modelo muito comum na década de 80, o Ciferal Padron Alvorada. Tudo começou em 1981, com um projeto de tróleibus chamado Padron Amazonas. Foi desse projeto que surgiu o Padron Briza, em 1983. Daí, o ônibus recebeu o nome de Padron Alvorada em 1985. A história desse modelo se divide em 3 partes:

 

 

PADRON ALVORADA I - Surgiu em 1983 com o nome de Padron Briza e já começou fazendo sucesso no RJ. Tinha 3 motorizações: Scania, Volvo e Mercedes. Suas lanternas traseiras eram todas vermelhas, e a parte dianteira tinha faróis e pisca alertas pequenos. Outra curiosidade do Alvorada I é o seu letreiro dianteiro pequeno e com inclinação diferente dos habituais. A 1ª empresa a ter o Alvorada foi a Jabour. Tiveram também o Padron Alvorada I, empresas como São Silvestre, CTC, Redentor, Amigos Unidos, Mosa e Paranapuan.

 

 

 

PADRON ALVORADA II - Surgiu em 1987. Também conhecido como Padron Alvorada '87, o novo modelo trazia na dianteira, lanternas maiores com letreiro um pouco maior e com menor inclinação. Na traseira, foram adotadas lanternas tricolores. Matias, Lourdes, CTC, Ideal, São Silvestre, Amigos Unidos e Mosa já rodaram com o modelo.

 

 

 

PADRON ALVORADA III - O último modelo do Padron Alvorada surgiu em 1989. As diferenças na parte dianteira  estavam na lanterna com o pisca alerta em cima do farol e no visor que voltou a ser menor. Na traseira, as lanternas com lanterninhas quadradas deram lugar a lanternas ligeiramente retangulares. Matias, Novacap, CTC, Cootrapaurb, Amigos Unidos, Mosa e São Silvestre tiveram o Padron Alvorada III. E o modelo saiu de linha em 1991 para dar lugar ao Padron Rio. E a última empresa municipal da cidade do RJ que utilizou os Alvoradas foi a São Silvestre, que aposentou o Padron Alvorada em 1999.

Atualmente os Padrons Alvorada são uma espécie em extição não só no Rio, mas também no Brasil. Os Padrons Alvorada ex-CTC estão sendo usados para diversos serviços no governo do Estado do Rio. Só que estão em estados lamentáveis de conservação.